[FP] Elyssa Weightt

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Mensagem por Elyssa Weightt em Sex Mar 29, 2013 11:14 pm

Nome: Elyssa Lecter Weightt
Codinome: Lyx Lecter
Grupo: Alfa
Lado: Heróis
Habilidade Especial: Hidrocinese (capacidade de gerar e/ou controlar o elemento água. É possível fazer a água escoar pelo ar, criar esferas de água cheias de pressão, cortar objetos com a água como se ela fosse uma lâmina afiada, dominar a umidade e até gerar altas marés, ondas e tsunamis, além de em niveis muito avançados poder converter água liquida em gelo ou vapor e vice-versa, controlando o gelo e as nuvens ou a neblina - incluirá a Hemocinese conforme receber treinamento adequado e adquirir experiência) e controle mental (manipulação total da mente humana, relacionado com memória, ilusões, ordens, confusão, sentimentos etc)
História de como descobriu ser herói?:

Elyssa nasceu em Seattle, no estado de Washington, num hospital público. O bebêzinho de enormes olhos azuis espantou a todos os médicos com tamanha delicadeza e beleza. Filha de Etoile e James Weightt, a menina tinha tudo para ser grande e brilhante. Mas, não aconteceu exatamente dessa forma. Etoile teve complicações durante a gestação, o que fragilizou muito sua saúde, fazendo-a escolher entre a vida de sua filha e a sua própria. Uma mulher com dons especiais pouco conhecidos, que a fizeram diferente a vida toda. Etoile, além de bela e inteligente, tinha o estranho poder de controlar a água. Conheceu James na faculdade, faziam aula de filosofia e literatura juntos e acabaram se apaixonando, o que já era de se esperar, já que James também era muito charmoso, mas o que mais chamava atenção era seu QI gritantemente elevado. Conforme aprofundavam em um relacionamento mais sério, foram descobrindo segredos que nem mesmo cogitavam ser capaz de ser verdade. Por exemplo, Etoile jamais chegou a imaginar que James era, na verdade, um poderoso manipulador de mentes. O homem era capaz de criar ilusões, podia controlar parcialmente sonhos de outras pessoas, danificava ou acrescentava lembranças, vasculhava o passado além de ter um escudo mental praticamente inquebrável. Quem não se apaixonaria por homem maravilhoso como James? Casaram-se logo após se formarem na faculdade e mudaram-se de Nova York para Seattle.

A vida na capital de Washington era mais tranquila. Etoile dava aulas de piano e francês, enquanto James trabalhava como pesquisador químico para uma renomada indústria alimentícia. Quando a mulher descobriu a gravidez, já imaginava que o bebê poderia ser especial como os pais, mas não fazia ideia que seu corpo não receberia muito bem o feto. Esforçou-se o quanto pode, sofreu, chorou, estava morrendo, sendo consumida de dentro para fora. Durante sete meses Etoile foi uma guerreira com o marido sempre ao seu lado, mas simplesmente não conseguia mais. Numa madrugada de quinta-feira, a mulher foi internada com parada respiratória e a menina em seu ventre precisou ser retirada antes do tempo. Etoile faleceu duas horas após ter visto sua filha pela primeira vez. Suas últimas palavras foram - Ela vai se chamar Elyssa, como a avó. - A pequena Elyssa era miúda, mas mostrava sinais de vitalidade, surpreendendo os médicos. Tinha os olhos da mãe e os cabelos do pai. A pele de porcelana parecia ter vindo dos dois. James não saiu do lado da encubadora da filha nos três primeiros dias. Em silêncio, chorava e orava por Etoile que já não estava mais entre eles. Só esperava que sua delicada Elyssa conseguisse sair saudável daquela situação. A menina permaneceu pouco mais de dois meses no hospital, sendo tratada para que ganhasse peso e pudesse suportar o mundo exterior. James não conseguiu continuar morando na mesma casa e comprou um apartamento na periferia de Seattle. Sabia que Elyssa era diferente e queria criá-la longe de pessoas com más intenções.

Crescia superando a todas as espectativas. Linda, extremamente inteligente e assim como os pais previram, especial. Quando tinha apenas seis anos, mostrou-se muito familiarizada com água. Praticava de campeonatos de natação no colégio e sempre tirava o primeiro lugar, acumulando medalhas e respeito entre os colegas. Além disso, era uma excelente aluna. Mas, foi só aos dez anos que James teve certeza que a filha havia herdado um pouco de ambos os poderes dos pais. Estavam tomando café da manhã juntos quando Elyssa, distraída, falou mentalmente “Me passa o leite, pai?”. James fitou a filha que estava prestando atenção em sua tigela com cereais e respondeu “Hum, telepatia?”. Elyssa soltou a colher e olhou-o nos olhos, sorrindo largamente, surpresa com o que tinha acabado de acontecer. Círculos prateados envolveram sua pupila exatamente como quando Etoile usava seus poderes com intensidade, mas aqueles círculos nos olhos eram diferentes nos olhos de Elyssa. Sim, indícios de que ela poderia ser uma poderosa manipuladora de mentes. E de água. Poucos dias depois do acontecimento no café da manhã, James decidiu contar a filha absolutamente tudo. Boa parte Elyssa já sabia ou desconfiava, então, não ficou muito surpresa. Aceitava sua natureza e sentia-se especial por isso. - É muito clichê, mas você sabe que grandes poderes trazem grandes responsabilidades, não é? - Elyssa assentia, enquanto era levada para o térreo do prédio, onde sempre fora proibida de visitar. Nos fundos, atrás de caixas de papelão e latas vazias, James abriu um alçapão pesado e pediu para que a menina entrasse. Era enorme. Parecia um quartel de treinamento. Simplesmente incrível.

Elyssa foi treinada de diferentes formas. Era rápida e resistente, aprendeu a lutar diversos estilos, como a luta greco-romana, o box tailandês, o wing chun e o kung fu principalmente. Com James, aprendeu a usar armas para se defender, facas, espadas, revolveres e algumas armas de artilharia pesada. Seu físico era posto à prova diariamente, assim como o psicológico. Suas habilidades com a água foram se expandindo conforme os anos avançavam. - Concentre-se - Pediu James, analisando a filha que tentava criar o escudo mental. Quando atingiu os quinze anos, já sabia utilizar com maestria seus poderes. Os sonhos, as lembranças, os desejos mais íntimos, os segredos mais obscuros, tudo podia ser manipulado por Elyssa. Sabia ler pensamentos quando se esforçava, criava ilusões, fazia com que os outros acreditassem ser o que ela quisesse que fosse. Confundia os sentidos, destruía memórias, seu QI era tão elevado quanto o do pai. Mas, foi aos dezessete anos que a vida de Elyssa mudou drasticamente.

Era terça-feira e ela estava voltado da aula de dança às dez da noite, havia parado numa cafeteria para comprar uma bebida quente quando notou estar sendo seguida por um rapaz alto de roupas escuras. Tentou ignorar a presença estranha e se esquivou para as sombras, andando em passos largos e silenciosos, como uma felina caminhando no telhado. O ar tinha um cheiro pesado de cigarro e vodka, mas quanto mais ela tentava se afastar, mais perto o estranho parecia chegar. Quando sentiu uma mão enorme tentar segurar seu ombro, foi rápida, desviou agarrando o pulso do homem, torcendo-o com força, fazendo-o cair ajoelho na calçada vazia e pouco iluminada. - Quem é você? - Cuspiu as palavras, olhando-o o homem nos olhos enquanto os círculos prateados apareciam em seus olhos. Uma risada presunçosa cortou o ar e Elyssa sentiu seu corpo todo tremer. O homem arrancou o capuz, exibindo os cabelos escuros e cacheados, os olhos soltando faíscas de raiva. - A pergunta seria, o que vou fazer com Elyssa Lecter Weightt. - Não houve tempo de reagir, Elyssa soltou o homem num sobressalto, caindo no chão, contorcendo-se de dor enquanto era eletrocutada. - Grite Elyssa, grite mais e mais! Eu não vou parar, eu não parei com seu pai e não será diferente com você. - Enquanto tentava esquivar-se do ataque eletrico do jovem, Elyssa apertou o copo com cappuccino que ainda estava em sua mão, entornando o líquido todo no chão. Abriu os olhos só o suficiente para que fitasse a bebida esparramada no passeio, fazendo-a serpentear até os pés de seu agressor. Como cobras, o cappuccino enrolou-se em seus pés, derrubando-o no chão e Elyssa conseguiu se levantar. - Jamais. Fale. Do meu. Pai. - Sussurrou entre dentes, obrigando o rapaz a ver coisas terríveis que não passavam de um medo bobo de infância. O estranho elétrico se via num oceno, afogando-se lentamente, sozinho. - Tem medo de água? Devia ter mesmo... - Estava fora de si. Um estouro ecoou pela rua e as paredes dos prédios próximos cederam, os canos ficaram expostos e a água jorrou para todos os lados. Implacável. Elyssa só parou quando recebeu uma forte pancada na cabeça.

Quando acordou estava deitada numa cama dura, coberta com diversos cobertores finos, mas que a mantinha aquecida. Parecia um porão. O som de água corrente a despertou com os lábios ressecados, precisava se hidratar. Havia um aquário no canto da sala, dois peixes palhaços nadavam tranquilos. Além da cama em que estava deitada, havia uma outra, arrumada, com uma mala aberta sobre a mesma, repleta de roupas femininas parcialmente dobradas. Levou a mão ate a nuca e subiu pela cabeça, sentindo a dor se espalhar como os choques que recebera do garoto estranho. Murmurou coisas estranhas que nem mesmo ela compreendia enquanto tentava se levantar. Estava muito dolorida. - Fique deitada - A voz ecoou pelo quarto e Elyssa sentou-se com os músculos rijos de tensão. - Deitada, Elyssa! Seu pai não ia gostar de vê-la se esforçando tanto assim. - Os olhos da menina ficaram prateados. - Cadê ele? Cadê meu pai? - Sua voz não passava de um som baixinho e rouco. - Morto. Sinto muito, não consegui chegar a tempo. - Pela primeira vez, olhou nos olhos da mulher com quem falava. Ela era muito bonita. Não era uma humana normal. - Agora somos só nós duas, contra o mundo. - A moça riu e Elyssa permaneceu séria. Só queria encontrar o assassino de seu pai e arrancar suas tripas. As lágrimas vieram em seguida, mas conseguiu cessar o choro antes que ficasse intenso. Devia ser forte. Sempre forte. Uma muralha. E assim o fez.



PS.: foi mal pela história horrível, darei mais detalhes no decorrer das postagens.

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or you die as a hero or live long enough to become the villain
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